quarta-feira, 13 de abril de 2011

Devotos de Josephine Baker!

Uma das propostas de Devassas.com é não somente ser uma marca pra mulheres de atitude, cosmopolitas e que desempenham a inteligência através da moda... É também informar, tirar tabus sociais e comportamentais... Com base histórica e cotidiana. Nesta coleção, desenvolvi uma estampa que para muitas mulheres que a viam na arara era uma incógnita. "Quem é Josephine Baker?" Bem, eu sou super fã, como madame Satã... (Que se dizia filho de Iansã e devoto de Josephine Baker). Josephine Baker é a prova real de que Madonna, Beyoncé e Lady Gaga não têm atitudes super originais, uma vez q nos anos 20, Josephine era uma superstar negra que já ousava nos seus figurinos e nas suas performances. Segue parágrafo informativo sobre a Vênus de Ébano! Amiguinhas, para quem não a conhece... Bem vindo ao Fã clube! Beijocas

"Josephine Baker, em 1925, estreou em Paris, no Théâtre des Champs-Élysées, fazendo imediato sucesso com sua dança erótica, aparecendo praticamente nua em cena. Graças ao sucesso da sua temporada europeia, rompeu o contrato e voltou para a França, tornando-se a estrela da Folies Bergère.
Suas apresentações ficaram memoráveis, dentre elas uma em que vestia uma saia feita de bananas.
Durante a Segunda Guerra Mundial, teve um papel importante na resistência à ocupação, atuando como espiã. Depois da guerra, foi condecorada com a Cruz de Guerra das Forças Armadas Francesas e a Medalha da Resistência. Recebeu também, do presidente Charles de Gaulle, o grau de Cavaleiro da Legião de Honra.[3]
Caricatura do jornal sueco Folkets Dagblad Politiken de 1928, retratando Josephine e o editor de um jornal conservador Ljunglund. Em editorial, o Ljunglund denunciara Baker agitadora comunista.
Nos anos 1950, usou sua grande popularidade na luta contra o racismo e pela emancipação dos negros, apoiando o Movimento dos Direitos Civis de Martin Luther King. Baker também trabalhou na National Association for the Advancement of Colored People (NAACP).
Adotou 12 órfãos de várias etnias, aos quais chamava "tribo arco-íris."[4] Eram eles: Janot, coreano; Akio, japonês; Luís, colombiano; Jari, finlandês; Jean-Claude, canadense; Moïse, judeu francês; Brahim, argelino; Marianne, francesa; Koffi, costa-marfinense; Mara, venezuelana; Noël, francês, e Stellina, marroquina.[5]"